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Comentário · há 7 meses
Não vou comentar como faço sempre, pois sou empresário e poderei ser mal compreendido. Apenas vou deixar aqui um artigo muito bem escrito por um jovem reporter.

"A GAZETA

SÁBADO,30 DE junho DE 2018

Artigo do Jornalista Gabriel Tebaldi
É graduado em História e Filosofia e pós-graduado em Sociologia
E-mail: gab_meira@hotmail.com

Após 180 dias da reforma, o número de processos despencou 40,8% e os pedidos de indenização por insalubridade ou danos morais caíram 81,25%

Mundo Paralelo

No Brasil, intelectuais costumam ser ferozes críticos do mercado. Porém, nunca empreenderam nada, não tem empresas, jamais contrataram alguém. Boa parte fez carreira pública, estudou às custas do Estado e sempre levou a estabilidade acima da inovação. Esses doutores são os grandes críticos de reforma trabalhista. Ressuscitam a velha luta de classes marxista para analisar o sistema financeiro do século XXI. Em contrapartida, seis meses após ser sancionada, a reforma já fez mais pelo país do que décadas de sindicalismo.

É inacreditável: a CTL fazia com que o Brasil, com 3% da população mundial, tivesse mais ações trabalhistas que toda a América, Europa África e Ásia juntos! A mediocridade fez da justiça um ótimo negócio. De janeiro a maio de 2017, empresas desembolsaram R$ 10,3 bilhões para pagar condenações trabalhistas. É irreal: no mundo desses parasitas socialistas, ninguém sabe que, por exemplo, o Citibank encerrou as atividades no Brasil porque obtinha aqui 1% de seus lucros e 93% dos processos trabalhistas que enfrentava em 36 nações.

É esquizofrênico: aqui, as micro e pequenas empresas abrigam mais de 70% dos empregos, correspondem a 54% da massa salarial do país e 26% de todo o PIB. Distante da dicotomia marxista, tais empresas são mais afetadas pelo parasitismo! Após 180 dias da reforma, o número de processos despencou 40,8% e os pedidos de indenização por insalubridade ou danos morais caíram 81,25%! Agora, em caso de derrota, o trabalhador é obrigatório a arcar com os custos advocatícios da empresa vencedora, o que afastou as ações aventureiras.

Urge propagar que o maior beneficiado com tudo isso é o trabalhador. Só um cenário empresarial favorável gera emprego, renda e êxito financeiro. Enquanto os doutores esquerdistas esquentam suas cátedras e destilam teorias fantasiosas, enfrentam crises, pagam impostos. Sua única opção é não desistir.

Para eles, que carregam o pais nas costas, John Ruskin: “a maior recompensa de nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma”

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Andre Soares, Advogado
Andre Soares
Comentário · há 7 meses

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